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8 erros para evitar ao contratar a internet da sua empresa
06-02-2026 19:51

Escolher um serviço de internet parece simples, mas dentro de uma empresa, essa decisão influencia diretamente a produtividade da equipe, a experiência do cliente, a proteção de dados e até a capacidade de crescimento.
Mesmo assim, muitas empresas ainda escolhem seus planos apenas levando em conta o valor da mensalidade ou a velocidade prometida. O problema é que a internet corporativa não perdoa erros básicos.
Quando a escolha do provedor é feita sem critério, o resultado aparece em forma de lentidão, quedas constantes, falhas de segurança, retrabalho, perda de oportunidades e processos que deixam de escalar. 1.
Achar que internet residencial e internet corporativa são praticamente a mesma coisa Esse é um dos erros mais comuns e também um dos mais perigosos.
Conexões residenciais não são projetadas para ambientes com sistemas críticos e vários dispositivos conectados ao mesmo tempo.
Elas normalmente priorizam download em detrimento de upload, o que compromete videoconferências e compartilhamento de arquivos. Além disso, não contam com suporte especializado para ambientes corporativos e trazem uma camada de segurança muito limitada para as reais necessidades de um negócio.
2.
Olhar apenas para a velocidade anunciada Velocidade é importante, mas não funciona sozinha, afinal, muitos megas não compensam uma rede que oscila ou cai justamente quando a operação mais precisa de conectividade. Uma internet empresarial de qualidade precisa entregar estabilidade, baixa latência (quando ela é alta, reuniões travam, sistemas demoram a responder e aplicações em nuvem ficam lentas), baixo jitter (se for instável, pode causar cortes em chamadas, áudio picotado e falhas em transmissões ao vivo) e alto tempo de disponibilidade. 3.
Escolher apenas pelo preço Pode ser tentador optar pelo preço mais baixo, principalmente se você controla uma pequena empresa, mas o plano mais barato quase nunca é o que oferece o melhor custo-benefício. Conexões de baixo custo tendem a sacrificar infraestrutura, suporte técnico e, principalmente, segurança. Fornecedores que competem apenas por preço frequentemente negligenciam camadas robustas de proteção contra ameaças cibernéticas, cada vez mais frequentes no ambiente corporativo. 4.
Não pesquisar a reputação do provedor Muitas empresas contratam internet sem analisar a “fama” do provedor e só descobrem depois que o suporte é lento, que os prazos do contrato não são cumpridos ou que o desempenho real fica muito abaixo do prometido. Pesquisar avaliações, verificar as notas da Anatel e entender como o provedor se comporta em horários de pico e como lida com incidentes é fundamental.
Uma escolha sem esse cuidado pode prender a empresa a contratos longos com um serviço que não dá conta da operação. 5.
Subestimar a largura de banda necessária Cada novo colaborador, sistema e ferramenta em nuvem aumenta o consumo da rede, por isso, escolher um plano com largura de banda insuficiente pode resultar em conexões lentas e buffering (quando os dados não chegam rápido o suficiente para manter a reprodução contínua de vídeos e videoconferências), especialmente se vários dispositivos estiverem sendo usados simultaneamente. Uma escolha acertada do provedor de internet precisa considerar picos de uso, crescimento da empresa e a adoção de novas tecnologias. 6.
Negligenciar suporte técnico e atendimento Quando a internet é a base da operação, o suporte técnico não pode ser um mero detalhe.
Vale observar como esse atendimento especializado é oferecido na prática: quanto tempo levam para responder, se o problema é conduzido por um único profissional ou repassado entre setores, e se o suporte está disponível quando a sua empresa realmente precisa, inclusive fora do horário comercial.
7.
Tratar segurança como item secundário Uma internet corporativa realmente segura é construída em camadas.
Ela começa por barreiras ativas, como firewalls bem configurados e criptografia, que impedem acessos não autorizados e protegem o tráfego de informações sensíveis, avança para monitoramento constante, capaz de identificar comportamentos suspeitos, tentativas de invasão e ameaças em tempo real, e segue para políticas de backup automático, as quais garantem que os dados críticos possam ser recuperados mesmo após falhas ou ataques. Em um cenário onde cada vez mais equipes trabalham de fora do escritório, a proteção precisa se estender também aos acessos remotos, garantindo que dispositivos externos se conectem aos sistemas da empresa de forma controlada e confiável.
Além disso, é fundamental entender como o provedor se prepara para lidar com incidentes maiores, como ataques DDoS e violações de segurança. 8.
Ignorar as necessidades futuras da empresa Ao contratar a internet é preciso pensar não apenas na realidade atual da empresa, mas também na evolução do negócio.
À medida que a equipe cresce e mais dispositivos passam a se conectar à rede e o plano não é estruturado para esse avanço, a empresa começa a enfrentar lentidão, instabilidade, limitações técnicas e um aumento progressivo de falhas operacionais, o que gera frustração interna, queda de produtividade e custos extras para corrigir algo que poderia ter sido previsto.
É essencial optar por um provedor que ofereça planos escaláveis, com possibilidade real de ampliação de banda, upgrades simples e contratos que não engessem o crescimento. Como evitar que a internet vire um limite para o crescimento da sua empresa Ao conhecer os erros mais comuns na escolha da internet corporativa, o seu processo de contratação pode deixar de ser um salto no escuro e passar a ser uma decisão estratégica.
Se você quer tomar a decisão certa e escolher uma solução que realmente sustente a sua operação, precisa conhecer os planos de internet corporativa da Ligga Telecom. Além de conexão de alta performance e proteções reforçadas para a sua empresa, contamos com suporte corporativo disponível 24/7, integração com tecnologias avançadas como link dedicado e SD-WAN, e a melhor nota do Paraná no Índice Geral de Satisfação da Pesquisa da Anatel.
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