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Alta do plástico faz obras buscarem proteção de piso econômica
22-06-2026 15:25

O setor da construção civil brasileira, historicamente resiliente a oscilações de mercado, enfrenta um novo desafio logístico e financeiro: o aumento expressivo no valor das resinas plásticas.
O reflexo direto disso nos canteiros de obras é a substituição do tradicional plástico bolha e das lonas de polietileno por soluções alternativas na proteção de pisos e acabamentos. O movimento, que começou como uma estratégia de contenção de despesas, está revelando benefícios que vão além do financeiro, incluindo ganho em eficiência e sustentabilidade.
Segundo dados do setor, o custo dos polímeros plásticos sofreu pressões inflacionárias devido à alta das commodities e dos custos de energia, elevando o orçamento final das etapas de acabamento em grandes empreendimentos. Economia através da durabilidade Diferente do plástico, que muitas vezes é descartável e possui baixa resistência a impactos pesados ou circulação intensa de maquinário, os novos materiais que ganham espaço nas obras oferecem uma vida útil superior. “O plástico bolha ainda acoplado com papel fino de Kraft, embora hoje seja o mais lembrado na área de construção, tem um custo oculto alto.
Ele rasga facilmente, exige trocas constantes e gera um volume imenso de lixo.
Ao migrar para protetor de piso mais robustos como da Proteforte, o custo-benefício se inverte: gasta-se menos por metro quadrado protegido ao longo de toda a execução do serviço”, explica Mateus Pellegrinello – Anteus Construtora e Incorporadora - engenheiro civil e socio.
O fator ESG e a redução de resíduos Além da economia direta no bolso, a substituição do plástico está alinhada às práticas de ESG (Environmental, Social and Governance).
O setor da construção é um dos maiores geradores de resíduos sólidos no mundo, e a redução do uso de plásticos de uso único é uma meta prioritária para empresas que buscam certificações de sustentabilidade, como o selo LEED ou AQUA.
As alternativas reduzem o impacto ambiental da obra e simplificam o processo de limpeza e descarte final, gerando uma segunda camada de economia logística. Divulgação. Tendência de mercado: A ascensão da Proteforte Acompanhando essa mudança, a Proteforte tem se destacado como a principal escolha de construtoras que buscam alto desempenho.
Desenvolvida em papel cartão de alta gramatura (558gr), a solução é considerada cinco vezes mais resistente que qualquer material convencional do mercado.
O produto introduziu a tecnologia de Tripla Proteção: é anti-impacto (suportando inclusive o peso de andaimes e alto fluxo), anti-instabilidade (mantendo o piso plano) e de fácil instalação. Além da resistência, a Proteforte resolve um problema crítico do plástico: o mofo.
Graças a uma tecnologia exclusiva de resistência à umidade, o produto evita manchas e o apodrecimento sob a proteção, permitindo que o piso "respire" sem perder a camada protetora de resistência a liquidos.
"Notamos que as construtoras não buscam mais apenas o menor preço nominal, mas sim a melhor performance.
A Proteforte consolidou-se por suportar o tráfego pesado e a queda de ferramentas sem precisar de manutenção constante", afirma Bruna Hörlle diretora comercial da Proteforte. Com a previsão de que os custos de insumos derivados de petróleo continuem voláteis, a expectativa é que o plástico perca cada vez mais espaço para tecnologias como a da Proteforte, que unem resistência extrema, proteção tecnológica e menor custo ambiental. Sobre a Proteforte: A Proteforte é referência em solução de proteção de pisos para a construção civil.
Fabricada pela indústria Hörlle que possui mais de 55 anos de mercado na fabricação de cartão rígido de alta gramatura reciclável.
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