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Estágio inicial da formação de um tornado, nuvem funil foi registrada ao menos cinco vezes em menos de dois meses no Paraná

  • 16-02-2026 19:07


  • Nuvem funil foi registrada ao menos cinco vezes em menos de dois meses no Paraná Em menos de dois meses, o Paraná teve ao menos cinco registros de nuvens funil.

    O mais recente aconteceu neste domingo (15) em Santo Antônio do Caiuá, no noroeste do estado.

    Veja as imagens acima.

    Segundo o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), a nuvem funil é o estágio inicial da formação de um tornado.

    Neste ano, foram três registrados no estado.

    O meteorologista Samuel Braun explica que a nuvem só se transforma no fenômeno caso alcance o solo e provoque ventos fortes. ✅Siga o g1 PR e região no WhatsApp O registro foi feito pela Larissa Moreira.

    Ela contou que mora em Paranavaí, mas estava em uma chácara na família, em Santo Antônio do Caiuá, quando avistou a nuvem.

    "Passamos o final de semana por lá e após o dia estar bem quente, no final da tarde o tempo começou a fechar e ventar bastante.

    Estávamos na piscina quando olhei para o céu e vi essa nuvem funil se formado e tentando descer ao solo.

    Ficamos bem assustados", contou ao g1. ➡️ Nuvem funil X tornado: entenda diferenças entre os dois fenômenos Nuvem funil foi registrada em Santo Antonio do Caiuá, no noroeste do Paraná. Cedida/Larissa Moreira De acordo com Simepar, outros registros como este aconteceram em Arapongas e São Jorge do Ivaí, no norte, em Ponta Grossa, nos Campos Gerais, em Paulo Frontin, no sul do Paraná.

    Eles foram vistos em janeiro deste ano. O Simepar informou que só contabiliza os registros reportados ao órgão ou a Defesa Civil.

    Por isso, é possível que outras ocorrências tenham acontecido em locais menos habitados ou não tenham sido filmados a tempo por moradores.

    O meteorologista explica que a nuvem funil recebe este nome por ter a aparência afunilada a partir da base de uma nuvem pesada, do tipo Cumulonimbus ou Cumulus, formada por uma coluna de ar que gira.

    "Elas tendem a ocorrer quando a atmosfera se encontra muito instável, e são formações mais comuns em células de tempestade.

    Contudo, elas ocorrem com certa frequência no estado, principalmente nesta época de primavera e verão", explica o meteorologista.

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    Fonte: G1