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    MPSP passa a usar SmartSampa para combate ao crime organizado

  • 27/10/2026 20:49

  • MPSP passa a usar SmartSampa para combate ao crime organizado

    O Ministério Público de São Paulo formalizou parceria com a Prefeitura de São Paulo para usar o sistema de monitoramento por câmeras em operação na cidade, o Smart Sampa, para investigações de combate ao crime organizado e em ações focadas no combate à violência contra as mulheres. A assinatura de dois acordos técnicos permitirá que o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) use o sistema no apoio a investigações e ações de prevenção e repressão.

    O acordo terá vigência de 12 meses, contados a partir da data de assinatura, e poderá ser prorrogado. Notícias relacionadas:Governo do RJ deverá adquirir câmeras para policiais em março de 2027 .“Desde que visitamos o Smart Sampa pela primeira vez, vimos o grande potencial da estrutura que a Prefeitura de São Paulo tem implementado cada dia mais, não só na identificação de criminosos.

    O policiamento preventivo, o monitoramento e os deslocamentos de determinados alvos têm um potencial muito grande para aprimorar as nossas investigações”, declarou o promotor de Justiça do Gaeco, Luiz Fernando Bugiga Rebellato, em coletiva na tarde desta terça-feira (27). Contra a violência de gênero, o Núcleo de Gênero do Centro de Apoio Operacional Criminal (CAOCrim) utilizará o sistema para notificar os homens que está proibidos, por medidas protetivas, de se aproximarem de suas companheiras ou ex-companheiras.

    A ação será realizada por uma equipe da Guarda Civil Metropolitana (GCM).

    Segundo o MPSP, cerca de 40% dos alvos deste tipo de medida não são encontrados para tomar ciência.

    Este convênio tem duração de 60 meses, igualmente prorrogáveis. De acordo coma a prefeitura, há uma rede de 58 mil câmeras na cidade e em breve haverá expansão de mais 20 mil equipamentos. Na semana passada, foi noticiado vazamento de informações do sistema por um acesso indevido de um dos operadores.

    A prefeitura afirma que o caso foi isolado e não constitui uma falha de segurança..